domingo, 23 de junho de 2013

05 ANOS E 10 MESES SEM VOCÊ ANA CLÁUDIA





A saudade é o prego
Coração é o martelo
Fere o peito e dói na alma
E vai virando flagelo 



Saudade sem fim Ana Cláudia. Te amo, te amo, te amo.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

O QUE A VIDA NÃO ME ENSINOU

A vida não me ensinou a dizer adeus 
às pessoas que eu amo.
A sorrir dos meus desafetos.
A fazer de conta que tudo está bem 
quando isso não é verdade.
A aceitar gratuitamente agressões.
A calar-me frente a violência de qualquer tipo.
A aceitar meus erros como inerentes 
a qualquer ser humano.
A sorrir quando meu desejo é gritar 
todas as minhas dores e as dores do mundo.
A ficar alienado diante dos problemas sociais.
A ser hipócrita.
A amar aos que me machucam 
ou querem fazer de mim depósito 
de todas as suas frustrações e desamor.
A ficar em cima do muro.
A fechar meus olhos às injustiças.
A não sentir a lágrima que corre pela minha face diante da dor de alguém que amamos.
A perdoar incondicionalmente.
Tudo isso a vida não me ensinou...

Mas a vida me ensinou:
Algum amor, e que posso amar muito mais.
Algumas alegrias.
Algumas belezas.
Um pouco de poesia.
Ensinou-me algumas vezes a perdoar.
Outras vezes a pedir perdão.

A vida me ensinou a sonhar acordada.
A acordar para a realidade.
A aproveitar cada minuto de felicidade.
Ensinou-me que é bom ter e chorar de saudade.
Ensinou-me a maravilha que é enxergar, 
ver e ouvir as estrelas.
A ver o encanto dos poentes.
A abrir minha janela para o mar.
A ver... perceber as belas paisagens.
Ensinou-me a não ter medo do futuro.
E a viver intensamente o presente.
Como um presente que por ELE me é dado.
Como um diamante a ser por mim lapidado, a lhe dar forma da maneira que eu escolher.
A vida me ensinou a sua essência:
Que o AMOR é o que dignifica, dá sentido, colorido e brilho à nossa existência.

(Desconheço a Autoria)

terça-feira, 28 de maio de 2013

DEDICO ESTE TEXTO A TODAS(OS) AMIGAS(OS) UNIDAS(OS) PELA DOR E PELO AMOR. AMIGAS(OS)-IRMÃS(OS). VOCÊS SÃO A TERRA FIRME COM QUEM POSSO CONTAR NESSA CAMINHADA. BEIJOS, AMO À TODAS(OS) VOCÊS.

AMIGOS PARA SEMPRE 

Um amigo é fruto de uma escolha, é   uma opção de amor. É a descoberta da alma irmã. É a consciência clara e permanente de algo sublime e  que não está na natureza das coisas perecíveis.

É um tesouro sem preço, um gostar sem distância, de alguém presente em nosso caminho, nas horas de dúvidas, de alegria, de sofrimento.

É algo valioso demais para ser desconsiderado, grande demais para ser perdido, importante demais para ser esquecido. Um amigo é aquele que dá um pedacinho de chão, quando é de terra firme que precisas, ou um pedacinho do céu, se é sonho que te faz falta.

Um amigo é mais que um ombro amigo, é a mão estendida, mente aberta, coração pulsante. É aquele que entende teu desejo de voar, de sumir, de vagar. É o sol que seca tuas lágrimas, é a polpa que adocica ainda mais teu sorriso.

Amigo é aquele que te ouve ao telefone, com o mesmo prazer que teria se estivesse olhando em teus olhos.

É lua nova, é a estrela mais brilhante, é a luz que se renova a cada instante, com múltiplas e inesperadas cores que cabem em teus olhos. Amigo é aquele que diz "eu te amo" sem qualquer medo de má interpretação.

Amigo é quem te ama e pronto. É verdade e razão, sonho e sentimento. Amigo é para sempre, mesmo que o sempre não exista.

(Texto extraído da page de Rivalcir Liberato)

quarta-feira, 22 de maio de 2013

05 ANOS E 09 MESES SEM VOCÊ ANA CLÁUDIA



Agonia 

Meu coração agoniza
Uma saudade que grita
E que a cada dia
Intensifica e se inquieta
Desesperada
Por não ter-te mais.

Assim, vou morrendo
Um pouco a cada dia
Consumindo-me,
Igualmente a vela
Mantendo acesa luz,
Mas, se acabando  
Lentamente.

(Ataíde Lemos)

domingo, 12 de maio de 2013

MINHA HOMENAGEM A TODAS AS MÃES DE SANGUE E CORAÇÃO





DOUTORAS
Certo dia, uma mulher chamada Anne foi renovar a sua carteira de motorista.
Quando lhe perguntaram qual era a sua profissão, ela hesitou. Não sabia bem como se classificar.
O funcionário insistiu: O que eu pergunto é se tem um trabalho. 

Claro que tenho um trabalho, exclamou Anne. Sou mãe.

Nós não consideramos isso um trabalho. Vou colocar dona de casa, disse o funcionário friamente.
Uma amiga sua, chamada Marta, soube do ocorrido e ficou pensando a respeito por algum tempo.
Num determinado dia, ela se encontrou numa situação idêntica. A pessoa que a atendeu era uma funcionária de carreira, segura, eficiente.
O formulário parecia enorme, interminável.
A primeira pergunta foi: Qual é a sua ocupação?
Marta pensou um pouco e sem saber bem como, respondeu:
Sou doutora em desenvolvimento infantil e em relações humanas.
A funcionária fez uma pausa e Marta precisou repetir pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.
Depois de ter anotado tudo, a jovem ousou indagar:
Posso perguntar o que é que a senhora faz exatamente?
Sem qualquer traço de agitação na voz, com muita calma, Marta explicou:
Desenvolvo um programa a longo prazo, dentro e fora de casa.

Pensando na sua família, ela continuou: Sou responsável por uma equipe e já recebi quatro projetos. Trabalho em regime de dedicação exclusiva. O grau de exigência é de 14 horas por dia, às vezes até 24 horas.
À medida que ia descrevendo suas responsabilidades, Marta notou o crescente tom de respeito na voz da funcionária, que preencheu todo o formulário com os dados fornecidos.
Quando voltou para casa, Marta foi recebida por sua equipe: uma menina com treze anos, outra com sete e outra com três.
Subindo ao andar de cima da casa, ela pôde ouvir o seu mais novo projeto, um bebê de seis meses, testando uma nova tonalidade de voz.
Feliz, Marta tomou o bebê nos braços e pensou na glória da maternidade, com suas multiplicadas responsabilidades. E horas intermináveis de dedicação.
Mãe, onde está meu sapato? Mãe, me ajuda a fazer a lição? Mãe, o bebê não para de chorar. Mãe, você me busca na escola?

Mãe, você vai assistir a minha dança? Mãe, você compra? Mãe...

Sentada na cama, Marta pensou: Se ela era doutora em desenvolvimento infantil e em relações humanas, o que seriam as  avós?

E logo descobriu um título para elas: Doutoras-sênior em desenvolvimento infantil e em relações humanas.

As bisavós, Doutoras executivas seniores.

As tias, Doutoras assistentes.

E todas as mulheres, mães, esposas, amigas e companheiras: Doutoras na arte de fazer a vida melhor.


*  *  *

No mundo em que os títulos são importantes, em que se exige sempre maior especialização, na área profissional, torne-se especialista na arte de amar.
Como excelente mestra, ensine aos seus filhos, através do seu exemplo, a insuperável arte de expressar sentimentos.
Ensine a difícil arte de interpretação de choro de bebê e de secar lágrimas de adolescente.
Exemplifique a renúncia, a paciência e a diplomacia. E colha, vitoriosa, ao final de cada dia, os louros do seu esforço, nos abraços dos seus filhos e na espontaneidade de suas manifestações de afeto.



(Redação do Momento Espírita, com base em texto de autoria ignorada .Em  9.5.2013).




quinta-feira, 2 de maio de 2013

O SONHO DE RAFAELA 



Rafaela era uma camponesa muito pobre que vivia em uma rústica região italiana. 
Ela tinha uma filha de nome Adda, a qual desencarnara com aproximadamente três anos de idade. 
Decorridos seis meses do falecimento, a mãe não se conformava e se sentia injustiçada pelos céus. 
Mas, certa noite, ela teve um sonho que reformulou sua percepção a respeito do ocorrido. 
No sonho, ela fora convidada para uma festa que se realizaria em um local próximo do céu. 
Muitas crianças compareceriam no evento para se divertir. 
Quando ela chegou, ficou extasiada. 
Tudo era muito belo e as crianças dançavam e cantavam, bastante alegres. 
Todas as crianças tinham asas reluzentes e Rafaela as contemplava embevecida. 
Entretanto, ficou muito surpresa ao notar sua própria filha sentada em um canto. 
A menina estava triste e chorosa, com roupas e asas molhadas, pesadas e sem brilho. 
A mãe indagou à filha o que aquilo significava, pois ela sempre fora muito alegre. 
A pequena Adda disse que não poderia brincar com as outras crianças, mesmo se quisesse. 
A pobre camponesa ainda argumentou que a filha tinha asas, era um anjo e deveria voar com alegria. 
A menina esclareceu que não podia voar, pois estava toda molhada, com as asas pesadas e coladas no corpo. 
A mãe se dispôs a ajudar, como fosse possível, pois queria que a filha fosse feliz e pudesse brincar. 
Adda afirmou que a culpada de tudo era a própria Rafaela. 
Com sua grande tristeza e suas blasfêmias contra Deus, a mãe a mantinha colada a si e a impedia de voar. 
O excesso de mágoas de Rafaela aprisionava a pequena Adda e as lágrimas que vertia sem cessar molhavam suas asas. 
Aterrada, a pobre camponesa compreendeu que estava prejudicando a filha, ao não acatar a Vontade Divina. 
Prometeu que não mais choraria e nem reclamaria, pois queria que a menina fosse livre e feliz. 
Ao acordar, tomou-se de grande felicidade pela certeza de ter visto e falado com sua filha. 
Chamou as amigas e relatou o sonho. 
Também tratou de relatá-lo a outra mãe que havia perdido um filho recentemente." 

* * * 

Essa bela história traduz uma realidade. 
O amor e os vínculos não se extinguem apenas porque alguém desencarnou. 
Os Espíritos desencarnados recebem os pensamentos e as vibrações dos que ficaram na Terra. 
É preciso que esses cuidem de manter pensamentos e sentimentos equilibrados, a fim de não prejudicar quem se foi. 

Quando retorna à pátria espiritual, o Espírito vive momentos delicados e precisa de paz e tranquilidade para se adaptar à nova situação. 
A pretexto de muito amar, não é viável causar dor nos amores que nos precederam na viagem para o verdadeiro lar. 
Pense nisso. 

(Redação do Momento Espírita, com base no cap. III, do livro Ressurreição e vida, pelo Espírito Léon Tolstoi, psicografado por Yvonne A. Pereira, ed. Feb. em 05.03.2009).

segunda-feira, 22 de abril de 2013


05 ANOS E 08 MESES SEM VOCÊ ANA CLÁUDIA




A SAUDADE

Vencido pela profunda angústia da minha mágoa despertei quando o jovem rosto da manhã adornado de luz e o mar de nuvens viageiras, me convidaram para o banquete do dia.
Levantei e percebi que não fora um pesadelo... A presença da sua ausência era a mais pura e triste realidade...
Não sei dizer ao certo se é a presença da ausência ou a ausência da presença ou, talvez seja, simplesmente, saudade...
Lá fora tudo respirava perfume e os braços do vento, carregando o pólen da vida, cantavam nos ramos do arvoredo delicada canção...
Saí a correr, tentando fugir da furna escura dos meus padecimentos.
A presença invisível do bem-amado fazia-me arder em febre de ansiedade, enquanto os pés ligeiros das horas corriam à frente impondo-me fadiga e desconforto...
Embriagado pela saudade, meu ser ansiava pela paz...
Em vão tentei exaurir as forças para livrar-me da dor, mas não lograva libertar-me do punhal da melancolia cravado no coração, e da lembrança da sua ausência...
Quando, enfim, a tarde se escondeu no longe das montanhas altaneiras, outra vez tombei em mim mesmo, extenuado e só...
Naquele momento desejei que o Todo Poderoso me dominasse com os fortes recursos da Soberana Misericórdia, livrando-me de mim mesmo...
Parecia que não mais suportaria o espinho da saudade cravado em meu peito, já dorido e exausto...
A ausência da sua presença queimava as fibras mais sutis da minha alma.
E a presença da sua ausência feria-me o coração dilacerado e só...
A noite devorou o dia e, ao escancarar a sua boca negra, mostrou a primeira estrela engastada no manto escuro, vencendo as sombras...
Minutos depois, miríades de astros brilhantes compuseram o diadema da vitória total da luz...
Só então, solitário e meditativo, compreendi como a minha canção de dor chegara ao ouvidos do Criador, que me respondeu em vibrações fulgurantes de esperanças à distância...
Só então compreendi que não há escuridão que resista a um simples raio de luz, e decidi acender a chama da esperança em minha alma.
E, só então, pude ouvir o Sublime Cancioneiro do silêncio e Suas melodias repletas de sons e paz, convidando-me a confiar em Seu infinito poder e entregar-me aos braços suaves da esperança...

*   *   *

Se o manto escuro da saudade pesa sobre os seus ombros, ilumine-se com as pérolas da oração sincera em favor do bem-amado que partiu.
Preencha a ausência da presença com a lembrança dos momentos compartilhados nas horas alegres, e confie no reencontro feliz.

*   *   *
(Redação do Momento Espírita, com base no capítulo LII do Livro Estesia, pelo Espírito Rabindranath Tagore, psicografia de Divaldo Pereira Franco, Ed. Leal- Disponível no Livro Momento Espírita, volume 1 e no CD Momento Espírita, volume 4, Ed FEP em 29.03.2010.


sexta-feira, 22 de março de 2013

05 ANOS E 07 MESES SEM VOCÊ ANA CLÁUDIA




Tá vendo que maldade
Que a saudade fez comigo
Me deu como castigo a solidão,
Me fez chorar.
Ela sabe muito bem
Que sem amor corro perigo
Por isso que eu lhe digo:
A saudade é muito má.

Saudade! Saudade!
Hoje eu posso dizer o que é dor de verdade!

A saudade não tem pena,
Não tem dó nem compaixão,
Não perdoa só condena,
A saudade é uma prisão.
A saudade é uma praga 
Que o rosto não disfarça.
Passam dores, passam mágoas,
Mas a saudade não passa.

Saudade! Saudade!
Hoje eu posso dizer o que é dor de verdade!

É que Deus fez a cabeça
Em cima do coração
Para que o sentimento não ultrapasse a razão
A saudade é de fato
A dor mais triste desse mundo,
Dói no coração pacato,
No coração vagabundo.


Saudade! Saudade!

Hoje eu posso dizer o que é dor de verdade!


(Partes da Música: Saudade de Marcelo D2)


sexta-feira, 8 de março de 2013

VOCÊ SABE COMO SURGIU O DIA INTERNACIONAL DA MULHER?

O Dia Internacional das Mulheres tem várias versões para o seu surgimento em todo o mundo, mas o importante é lembrar a importância e força do sexo feminino no mundo.




O Dia Internacional da Mulher é comemorado em 8 de março, sendo que tem como origem as manifestações de grupos femininos russos por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada da Rússia czarista na Primeira Guerra Mundial. Essas manifestações marcaram o início da Revolução de 1917. Porém, a ideia de reservar um dia da mulher já havia aparecido desde os primeiros anos do século XX, nos Estados Unidos e na Europa, em meio as lutas de mulheres por melhores condições de vida e trabalho, bem como pelo direito de voto.
A proposta do Dia Internacional da Mulher foi iniciada na virada do século XX, durante o processo de industrialização e expansão econômica, que levou a grandes protestos sobre as condições de trabalho. As mulheres empregadas em fábricas de vestuário têxtil foram protagonistas de um desses protestos em 08 de março de 1857 em Nova Iorque. O protesto requeria melhores condições de trabalho e salários mais altos.
Porém o que levou mesmo a essa data ser comemorada mundialmente foi a tese do incêndio provocado na fábrica da Triangle Shirtwaist, que também ocorreu em Nova Iorque, em 25 de março de 1911. Onde foi registrada cerca de 146 mortes. Segundo relatos, cerca de 129 trabalhadoras foram trancadas e queimadas vivas. O incêndio da fábrica Triangle, é até hoje, o pior incêndio da história de Nova Iorque.

Depois desse episódio, muitos outros protestos foram feitos, e um que se destacou foi o de 1908, onde 15.000 mulheres marcharam sobre a cidade de Nova Iorque exigindo a redução da carga horária, melhores salários e o direito de voto. Sendo assim, o primeiro Dia Internacional da Mulher seguiu-se em 28 de fevereiro de 1909 nos Estados Unidos após uma declaração do Partido Socialista da América. Em 1910 ocorreu a primeira conferência internacional sobre a mulher em Copenhague, dirigida pela Internacional Socialista, e assim, o Dia Internacional da Mulher foi estabelecido.

No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado no começo do século, até a década de 1920. Na antiga União Soviética, durante o stalinismo, a data tornou-se elemento de propaganda partidária. Nos países ocidentais, a comemoração caiu no esquecimento por um longo período e foi somente recuperada pelo movimento feminista, já na década de 1960. Na atualidade, a celebração do Dia Internacional da Mulher perdeu parcialmente o seu sentido original, adquirindo um caráter festivo e comercial. Em 1975, foi designado pela ONU como o Ano Internacional da Mulher e, em dezembro de 1977, o Dia Internacional da Mulher foi adotado pelas Nações Unidas, para lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas do público feminino.
No decorrer nos anos muitas mulheres se destacaram na história, por razões distintas, cada uma delas tem hoje seu nome lembrado. 
FELIZ DIA DA MULHER.
(Extraído do site: Mundo das Tribos)



terça-feira, 5 de março de 2013

FELIZ ANIVERSÁRIO, MINHA FILHA ANA PAULA


Olá amigas e amigos, hoje quero deixar registrado o meu amor e comprometimento com a minha outra filha que se chama Ana Paula que está completando 27 anos de vida. Confesso a vocês que no momento em que ela também precisava de carinho e atenção eu fui egoísta e só vi a minha dor. Hoje procuro me redimir com essa pequena homenagem que faço a ela, com todo o meu amor e carinho.


Mais um ano passando para comemorar seu aniversário. É um dia especial por esse motivo, pois nosso amor é revalidado todos os dias do ano, e nesse dia ele é coroado de todas as bênçãos.
Pedimos muito a Deus, que guie os seus passos sempre, e  seguimos você, com o pensamento e coração para que o nosso amor de mãe e pai lhe proteja a todo instante, a todo momento, e as vezes quando sentimos que algum perigo lhe ronda, ou mesmo alguma tristeza, queremos nos colocar no seu lugar, para que tudo se resolva, e você volte a sorrir e a caminhar tranquila.
Desejamos também que para esse novo caminho daqui pra frente uma vida mais segura, vivendo toda a sua maturidade  e sentindo a beleza da vida sem perder a pureza e a inocência que existe dentro de você.
Parabéns filha por ter crescido assim, tão cheia de vida e de alegria.
Parabéns nesta data querida e que muitos e muitos anos você tenha pela frente para realizar os seus sonhos maiores.
Beijos e que todas as forças positivas do Universo estejam com você hoje e sempre.

sexta-feira, 1 de março de 2013

ONDE ESTÃO NOSSOS AMORES?


Quando as sombras da morte arrebatam nossos amores, um punhal se crava em nosso coração.
A dor moral é tamanha, a sensação de perda é tão grande que o corpo inteiro se retesa e sente dores.
À medida que os dias se sucedem e as horas avançam tristonhas, acumulando dias, a ausência da presença amada mais se faz dolorida.
Então, revolvemos nossas lembranças e no Banco de Dados da nossa memória, vamos recordar dos momentos felizes que juntos desfrutamos.
Recordamos das viagens, das pequenas coisas do dia a dia, dos aniversários, das tolices.
E até das rusgas, dos pequenos embates verbais que, por convivermos tão próximos, aconteceram, ao longo dos anos.
Se o ser amado é um filho, ficamos a rememorar os primeiros passos, as palavras iniciais, os balbucios. E a noite da saudade vai se povoando de cenas que tornamos a viver e a sentir.
Recordamos o dia da formatura, as festas com os amigos, as ansiedades antes das entrevistas do primeiro emprego. Tantas coisas a rememorar...
Acionamos as nossas recordações e, como um filme, as cenas vão ali se sucedendo, uma a uma, enquanto a vertente das lágrimas extravasa dos nossos olhos.
E se trata do cônjuge, vêm-nos à lembrança os dias do namoro, os tantos beijos roubados aqui e ali, as mãos entrelaçadas, os mil gestos da intimidade...
Na tela mental, refazemos passos, atitudes, momentos de alegria e de tristeza, juntos vividos e vencidos.
Pais, irmãos, amigos, colegas. A cada partida, na estatística de nossa saudade, acrescentamos mais um item.
E tudo nos parece difícil, pesado. A vida se torna mais complexa sem aqueles que amamos e que se constituíam na alegria de nossos dias.
Vestimo-nos de tristeza e desaceleramos o passo da própria existência.
Como encontrar motivação para a continuidade das lutas, se o amor partiu?
Como prosseguir caminhando pelas vias da solidão e da saudade?

*   *   *

Nossos amores vivem e nos veem, nos visitam. Não estão mortos, apenas retiraram a vestimenta a que nos habituáramos a vê-los.
Substituíram as vestes pesadas por outras diáfanas, vaporosas. Mas continuam conosco.
Por isso, não contribuamos para a sua tristeza, ficando tristes.
Eles, que nos amaram, continuam a nos amar com a mesma intensidade e nos desejam felizes.
Por isso nos visitam nas asas do sonho, enquanto o sono nos recupera as forças físicas.
Por isso nos abraçam nos dias festivos. Transmitem-nos a sua ternura, com seus beijos de amor.
Sim, eles nos visitam. Eles nos acompanham a trajetória e certamente sofrem com nossa inconformação, nosso desespero.
Eles estão libertos da carne porque já cumpriram a parte que lhes estava destinada na Terra: crianças, jovens, adultos ou idosos.
Cada qual tem seu tempo, determinado pelas sábias Leis Divinas.

*   *   *

Quando as dores da ausência se fizerem mais intensas, ora e pede a Deus por ti e por teus amores que partiram.
E Deus, que é o amor por excelência, te permitirá o reencontro pelos fios do pensamento, pelas filigranas da prece, na intimidade da tua mente e do teu coração.
Utiliza essa possibilidade e vive os anos que ainda te faltam, com nobreza, sobre a Terra.

Redação do Momento Espírita.
Em 31.01.2010.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

05 ANOS E 06 MESES SEM VOCÊ ANA CLÁUDIA




Embora o tempo cure, as marcas e as cicatrizes permanecem e elas continuam a nos mostrar algo que foi ferido nos tempos de outrora.
 A dor não mais sentida é a certeza de que o passado já não mais pertence ao presente. Fica somente a marca de uma parte da história que muitas vezes foi convertida em aprendizado. Aprendizado através da dor.
Há despedidas que se tornam feridas abertas na alma. A dor da saudade de quem se foi cria fendas sem fim em muitos corações que ainda esperam o regresso.
O tempo da saudade se eterniza nessas marcas e cicatrizes e que não conseguiu apagar.
Quem fica sempre espera nesse regresso um abraço que não foi dado, um beijo de despedida, o sorriso que não mais poderá ser contemplado, o toque do corpo, o perfume, o som da voz.
As estações do tempo e da vida surgem e se escondem em noites de lágrimas. Há noites que não se veem estrelas porque a luz da esperança foi apagada.
Saudade de “mãe é dor sem nome”, é silêncio banhado por um oceano de lágrimas, é uma manhã sem sol em dias quase sempre nublados.
Quem nunca se despediu de quem um dia partiu, jamais deixará a estação da dor ir embora.
Na saudade de quem fica apenas a certeza de muitas esperas.
Dias longos e minutos sem fim. Foi assim que muitos deixaram a sua alegria ir na bagagem de quem se foi.
Se o coração não se reconcilia com a despedida, o futuro sempre será uma triste espera.
Saudade dolorida é ferida aberta que se faz presente nas recordações.
 E na saudade cicatrizada fica apenas a certeza de que um dia a vida será plena em um reencontro.
Hoje a dor da saudade ainda se faz presente, e o tempo ainda também é a cura de nossas carências que ainda insistem em germinar no solo de nossa fragilidade humana.
Desculpe-me minha filha, mas a minha cicatriz ainda está bem aberta e em dias como o de hoje me doem, latejam no corpo e na alma e se misturam com minhas lágrimas.
Mas espero que onde quer que estejas entendas a minha dor e minha tristeza.
Te amo, te amo, te amo.
Mamãe.

 (Retirado da página do Ministério Público da Paraíba, autor desconhecido. Modificado por Liane Taborda Caron).

domingo, 30 de dezembro de 2012

                                                              2013
Todo final de ano e inicio de um outro paramos por um momento para revermos nosso estado atual, tanto moral, espiritual e material, colocamos na balança o que fizemos e o que deixamos de fazer e definimos outras metas e ajustes necessários para que não tenhamos os mesmos erros deste ano que se finda.

Mais do que promessas e objetivos, na grande maioria já esquecidos ao final de Janeiro, devamos refletir sobre nossas ações. E já que o mundo não acabou seguindo o calendário Maia talvez seja início de uma Nova Era Abençoada ao Planeta Terra.
Por esse motivo quero dividir com vocês um texto de George Carlin que fala de nossa vida nos dias atuais e que nos ajuda a repensar em nossos erros e acertos e que tenhamos a chance de mudar alguma coisa para o Ano Novo que iniciaremos e que diz o seguinte: 

O PARADOXO DO TEMPO

Bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios.
Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos cansados, lemos pouco, assistimos TV demais e oramos raramente.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Falamos demais, amamos raramente, odiamos frequentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos. Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das "rapidinhas", dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'.
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa. Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.
LEMBRE-SE...
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre.
Lembre-se de dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.
Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira (o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame...se ame muito.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.
O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem!
Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado sempre, cada um de nós está exatamente onde devia estar...


George Denis Patrick Carlin (12-05-1937 — 22/06/2008)  foi um humorista, autor e ator norte-americano. Carlin foi pioneiro na crítica a sociedade, o que lhe tornou famoso e ao mesmo tempo fez com que fosse preso diversas vezes quando atuava, nos anos setenta.

PENSEMOS NISSO. E UM FELIZ ANO NOVO. QUE EM 2013 POSSAMOS FAZER AS MODIFICAÇÕES NECESSÁRIAS EM NOSSAS VIDAS E QUE DEUS NOS ILUMINE E ABENÇOE.
Liane T. Caron e família

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

MEU DESEJO DE NATAL


Ao Papai Noel e ao Nosso Senhor Jesus Menino peço que neste Natal que a "Paz e a Harmonia" encontre moradia em todos os corações.

Que a Esperança seja um sentimento constante em cada ser que habita este planeta.

Desejo que o Amor e a Amizade prevaleça acima de todas as coisas materiais.

Que as Tristezas ou Mágoas, sejam banidas dos corações, dando lugar apenas ao Carinho.

Que a "Dor do Amor", encontre o remédio em outro Amor.

Que a "Dor Física", seja amenizada e que Deus esteja ao lado de todos, dando muita força, fé e resignação.

Que a Solidão seja Extinta, e no seu lugar se instale a Amizade Verdadeira, e o Companheirismo.

Que as pessoas procurem olhar mais a sua "Volta", e não tanto para "Si" mesma.

Que a Humildade e o Respeito residam na Alma e no Coração de todos. "Que saibamos Amar e Respeitar o Próximo como a nós mesmos".

Desejo também que meu pedido se realize não só neste Natal, mas em todos os dias de nossas vidas!

ESSE É O MEU DESEJO A TODOS VOCÊS.

sábado, 22 de dezembro de 2012

ANA CLÁUDIA CARON - 05 ANOS E 04 MESES DE MUITA SAUDADE

Se Eu Não Te Amasse Tanto Assim...

Meu coração
Sem direção
Voando só por voar
Sem saber onde chegar
Sonhando em te encontrar
E as estrelas
Que hoje eu descobri
No seu olhar
As estrelas vão me guiar

Se eu não te amasse tanto assim
Talvez perdesse os sonhos
Dentro de mim
E vivesse na escuridão
Se eu não te amasse tanto assim
Talvez não visse flores
Por onde eu vi
Dentro do meu coração

Hoje eu sei
Eu te amei
No vento de um temporal
Mas fui mais
Muito além
Do tempo do vendaval
Nos desejos
Num beijo
Que eu jamais provei igual
E as estrelas dão um sinal

Se eu não te amasse tanto assim
Talvez perdesse os sonhos
Dentro de mim
E vivesse na escuridão
Se eu não te amasse tanto assim
Talvez não visse flores
Por onde eu vi
Dentro do meu coração...

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012


MEU CONSOLO VEM DE VOCÊS


Olá minhas(meus) amigas(os) de caminhada da mesma dor. Vou citar uma frase de Adalgisa Nery (poetisa e jornalista brasileira, nascida em 29/10/1905 e que faleceu em 07/06/1980 aos 74 anos e que teve a sua vida marcada por sofrimentos, conflitos e violência no lar).
É uma frase que me fez dar uma pausa neste blog, que é a seguinte:
“Se queres encontrar o que perdeste, se queres descobrir o que consola e por que clamam os teus sonos tristes encolhe-te no silêncio”.
Pois bem, encolhi-me no silêncio. Não conseguia imaginar que já haviam passado 05 anos da minha maior tristeza e eu ainda estava aqui, viva, lutando com os afazeres do dia-a-dia, não com a mesma intensidade de outrora, mas ainda aqui, tentando colar os cacos quebrados, costurar o tecido rasgado. Sonhos perdidos que estão sendo remodelados e muitos dos quais apagados e não realizados. Meus sonos tristes (sem sonhos) clamavam e ainda clamam pela vida de minha amada filha Ana Cláudia que sei, não a terei mais. Ah! Como dói essa comprovação do “nunca mais”.
Nunca mais terei seus beijos, seus abraços, seu corpo lindo e caloroso, seu olhar, sua voz, seu sorriso, sua gargalhada, seu perfume...
Mas no meu silêncio descobri o que me consola.
Minha família, minhas(meus) amigas(os), conhecidos que compartilham a mesma dor e que estamos seguindo pelo mesmo caminho.
Caminhamos pelo desconhecido em busca de respostas, palavras e remédios que amenizem a nossa dor e sofrimento e os quais tornem essa nossa jornada mais estável para enfrentá-la.
Confesso a todas(os) vocês que fiquei muito, mas muito abalada mesmo desde o dia 22/08/2012 (quando se passaram 05 anos da partida da minha filha), entrando em uma depressão que estava à me consumir. Infelizmente tive que ceder aos antidepressivos e através deles consegui ver que não sou somente eu passando por essa dificuldade.
Tenho meus agradecimentos a fazer à você Débora (mãe da Tauane) à você Regina F. Godoy (mãe da Lidiane), as minhas amigas do grupo “Amigos Solidários na Dor do Luto”(Todas vocês viu. Não vou citar os nomes, pois são muitos e tenho receio de esquecer de alguém e esse alguém ficar chateada(o) comigo), as minhas amigas do “Recanto da Prece”, amigas(os) do Blog, Facebook e Orkut, a minha irmã de longe que se chama Andrea Lima Hume (é assim que eu a considero pela afinidade que temos), minha mãe Romélia (meu exemplo de pessoa e de vida), meus irmãos: Levy, Rosane e Lizete, meu marido Paulo (companheiro nesta caminhada já à 30 anos), minha filha Ana Paula (que também sofreu e sofre muito com a partida da irmã) e meu anjinho (Ana Cláudia) que de lá de onde está me ilumina, conforta e me dá forças para continuar. E também tias e tios, primas e primos, cunhadas e cunhados,enteada e enteado, sobrinhas e sobrinhos.
Enfim, vocês são pessoas especiais que me consolam e incentivam-me à continuar nessa caminhada.
Sou grata por vocês fazerem parte da minha vida. Amo todas(os) vocês do fundo do meu coração.
E meu muito obrigado por descobrir o que me “CONSOLA”.



quinta-feira, 6 de setembro de 2012

ANA CLÁUDIA CARON - HOJE SERIA SEU 24º ANO DE VIDA AQUI CONOSCO





Meu Deus te devolvi minha filha Ana Cláudia.
Sentada aqui quero lhe fazer um pedido:
 Lhe entreguei o mais belo dos anjos,
O mais belo sorriso que já iluminou esse mundo,
O mais gostoso abraço que alguém poderia dar,
A mais carinhosa gargalhada que poderia ser ouvida,
O mais sincero amor de uma criança.
Lhe entreguei o que me era mais precioso nesta vida.
Lhe entreguei todos os meus sonhos num só momento.
Por isso eu te peço me faça compreender o porquê.
Tente fazer que eu sinta cada vez que eu fechar os meus olhos,
Aquelas mãos doces me tocando.
Tente me fazer olhar pra frente e não ter medo.
Ter a coragem suficiente que necessito para continuar nessa estrada que está tão cheia de pedras.
Faça-me compreender realmente que ela é o mais novo anjo no céu.
Faça-me acreditar que o mundo será bem melhor com a sua ajuda.
Faça-me acreditar que tudo isso era preciso.
Faça-me nunca perder a fé por nenhum instante.
Faça-me sentir a mais doce saudade ao invés dessa dor que machuca tanto.
Faça-me crer que a verei novamente.
Neste momento meus olhos se fecharão.
Minha vida terá sido completa.
Minha etapa nesta vida terá sido cumprida.
Assim terei a paz de um anjo novamente em meus braços.
A sensação de seu beijo doce em minha face.
Toda a sua ternura novamente ao meu lado.
Eu amo você meu Deus e te devolvi a minha filha.
Sei que estás cuidando dela pra mim. 

(Autoria Desconhecida)

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

LORIVAL R T JÚNIOR 01 ANO DE SAUDADE

LORIVAL RICARDO TABORDA JÚNIOR - 01 ANO DE SAUDADE






Meu Irmão,

A sua ausência nos causa profunda tristeza, mas relembrar as alegrias que você gerou entre nós é como se você aqui estivesse presente.

Não nos importa qual o papel que te coube no drama da vida rei ou vassalo , milionário ou mendigo , filósofo ou analfabeto, não importa . 

Desapareceste em silêncio por trás dos bastidores da morte...

Sua vida aqui não valeu apenas pela extensão que ocupou no tempo ou no espaço. Mas valeu pela intensidade com que ela foi vivida.

TE AMAMOS. FILHO, IRMÃO, TIO, PADRINHO, SOBRINHO.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

ANA CLÁUDIA CARON - 05 ANOS DE SAUDADE

COMO É GRANDE O MEU "AMOR POR VOCÊ"






Este vídeo que fiz expressa apenas um pouquinho do quanto é grande o meu "Amor Por Você", minha filha.
 05 anos de muita, mas muita saudade mesmo. Lembro-me bem de quando a sua irmã e você cantavam essa música na pré-escola em comemoração ao "Dia das Mães", com  choro, a garganta engasgada e muita emoção. Ahhh! Quanta saudade Ana Cláudia. 
Tenho vivido esses 05 anos de lembranças do ontem. Das lembranças que de você eu guardo. 
Meu "Amor Por Você" é tão grandioso, tão forte, tão intenso e que me fez relembrar um texto que li à algum tempo atrás em que uma menininha dizia à sua professora: - Pro "Eu Te Amo do Tamanho da Girafa". Hoje me sinto assim, tão criança, tão pequena, tentando explicar o meu "Amor Por Você". 
É dessa forma que gostaria que você sentisse o lugar que ocupas em meu coração minha filha, onde quer que estejas.
Posso lhe dizer também com toda a certeza a falta que você faz para a tua irmã e teu pai e as marcas da saudade que em nós deixou.
Te amamos, sempre, sempre, sempre. Ana Paula, papai e mamãe.


domingo, 22 de julho de 2012

04 ANOS E 11 MESES SEM VOCÊ ANA CLÁUDIA







Saudade...
Sensação que toma o peito na vontade de ter de novo alguém que se teve um dia...
Alguém que se amou e continua amando...
Saudade uma palavra fria!
Machuca, dói, corrói, pesa demais...
Transforma lembrança em ferro em brasa...
Que queima, que arde, mas que se existe é porque um dia alguém foi motivo de se transformar em saudade!
Você é minha saudade Ana Cláudia.
Te amo minha filha, hoje e sempre.
Mamãe.